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Cientistas acreditam que o lúpulo poderá ajudar a combater o cancro

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Investigadores estão a reproduzir versões sintéticas de compostos anti-bacterianos, anti-inflamatórios e anti-cancerígenos encontrados no lúpulo.

O lúpulo terá começado a ser utilizado na cerveja pelo seu amargor e propriedades aromáticas, mas os primeiros cervejeiros rapidamente terão percebido que também ajudava a conservar a bebida. Entretanto descobriu-se que o lúpulo tem muitas propriedades interessantes e a comunidade médica pensa que poderão fazer parte de uma solução para o cancro.

Quando falamos em lúpulo, normalmente referimo-nos aos cones, ou flores, da planta do lúpulo – Humulus lupulus. Já há algum tempo que são extraídos compostos medicinais do lúpulo, nomeadamente humulonas (ácidos alfa que matam células cancerígenas e impedem que as células da leucemia se fixem aos ossos) e lupulonas (ácidos beta, que combatem bactérias). O desafio sempre foi conseguir recriar estas propriedades medicinais e produzir um composto que maximize a sua eficiência.

Numa recente encontro da American Chemical Society, em São Diego, Kistopher Waynant, da Universidade de Idaho, descreveu o trabalho que a sua equipa tem feito para abordar esta problemática. O objectivo final é disponibilizar o conhecimento gerado a biólogos, investigadores, farmacêuticas e também aos produtores de cerveja.

O consumo de cerveja não é a forma mais eficiente de obter os benefícios do lúpulo, no entanto é garantidamente um dos mais agradáveis.

Fontefoodandwine.com

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